A resposta curta: o melhor caminho costuma ser sair da dúvida absoluta e observar, com critério, como o corpo responde a pequenas exposições graduais.
Dor não é apenas uma medida de dano. Ela também é influenciada por sensibilidade, contexto, sono, medo, carga recente e experiências anteriores. Por isso, uma orientação genérica raramente substitui uma avaliação individual.
Na prática, a pergunta útil não é “posso ou não posso me mexer?”, mas “qual movimento, em qual dose, com qual objetivo e qual resposta esperada?”. Essa é a diferença entre testar o corpo no escuro e construir segurança por etapas.
